Com o início da Revolução Industrial o modo de produção acelerou-se, surgindo as máquinas; e agora, uma invenção incrível: uma máquina que produz raciocíneo!
Estes utensílios, os chamados computadores, facilitam a vida cotidiana até certo ponto em trabalhos, pesquisas, como fonte rápida de lazer e comunicação, acesso a inúmeras informações, etc. Porém nós vivemos cada vez mais de uma maneira cibernética, e, isso acaba por afetar a extensão do convívio social, criatividade, capacidade de raciocíneo e o mais importante: o viver.
Em função deste "escravismo eletrônico", não se vê mais tantas crianças brincando nas praças, amigos e parentes se comunicando com a mesma frequência, ao vivo, estudantes desenvolvendo ao máximo suas capacidades, pessoas ao ar livre, enfim.
Agora a pergunta que resta a ser feita é: se as máquinas estão se tornando cada vez melhores e mais capazes, o que acontece em um futuro onde seus criadores não conseguem desenvolver suas próprias faculdades de pensamento? Não podemos nos esquecer de que foram os homens que criaram as máquinas.
Um comentário:
O paradoxo da computação.
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